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Responsabilidade


Estar em frente a uma dessas, exige grande responsabilidade, seu impacto muitas vezes é fulminante


Vou ser sincero com vocês, durante essa semana, quem acompanha meu twitter, percebeu que tive como se diz no Rio Grande do Sul, um "entrevero", com um comunicador da região. Deixei bem clara minha posição a respeito do Marcílio Dias, de pensamentos que tenho a respeito do clube e da relação de quem cobre seu dia-a-dia; também argumentei certas colocações feitas sobre outro time de futebol, creio, que nós profissionais da comunicação, mesmo com nossos clubes de coração explícitos ou não, devemos respeitar os demais. O Público exige e merece isso.


Por expor e defender minhas ideias, diante da ausência de argumentos e capacidade de defendê-los do meu colega, fui agredido através de algumas mensagens irônicas e tive minha competência de certa forma questionada, por ele, confesso pra você, me senti chateado, o que me levou a um longo desabafo no twitter, o que não é minha pretensão com esta ferramenta.



A boa utilização das mídias sociais, é um exercício diário para os profissionais da comunicação


Agradeço aos amigos, que me apoiaram, e tenho certeza, que este episódio lamentável me dá mais confiança em minha carreira.

Passatempo de Férias

Enquanto aproveito, esses dias no sossego de minha casa, nada melhor que dormir além do normal (no meio da tarde por exemplo), escutar mais música e ver mais TV que o habitual, além de frequentar mais as redes sociais; é claro que além de umas boas voltas com os amigos e tentar cuidar da forma física novamente, faz parte desse roteiro de férias.

Sou um admirador do cinema, principalmente, o clássico de ação da década de 1980, e de um tempos pra cá, passei a assistir no canal TCM, a série "MacGyver", incompreensivelmente chamada no Brasil de "Profissão Perigo", que foi exibida pela Globo entre 1985-1992, alcançando a liderança absoluta de audiência na época, que conta a história de um hábil agente das Forças Especiais (Richard Dean Anderson) capaz das maiores proezas, utilizando os mínimos recuros possíveis.



MacGyver com um rádio comunicador ultra-moderno: estamos em 1986, né pessoal?

Como era muito pequeno, tinha apenas a lembrança vaga da trilha sonora de Randy Edelman, e da cabeleira esquisita de Richard Dean Anderson, voltei a acompanhar a série. As gambiarras criadas pelo herói, sempre trabalhando com qualquer material que tenha a disposição e utilizando a física/química fazem do agente especial da Fundação Fênix, um sujeito incomum, apesar da simplicidade, do jipe velho, do casaco com dez anos de uso, e falta de sorte com as mulheres (as três pela qual se apaixonou, uma caiu de uma montanha, outra casou e virou guarda florestal e outra ainda tentou matá-lo).


Provalvelmente construída usando coisas que você nem imagina, mas que contém todos os elementos físico-químicos, para fazer um grande estrago.


O enredo das histórias é aquele tradicional, sempre lutando contra alguns rivais,MacGyver cumpre as ordens de Peter Thorton (Dana Elcar), faz algumas gambiarras (sem armas, MacGyver não usa armas de fogo) e pronto problema resolvido, que vão desde o salvamento de uma espécie de águia em extinção até a derrubada de um ditador num país imaginário na América Latina.

Como oTCM exibe o seriado as segundas,quartas e sextas-feiras, adquiri duas temporadas em DVD (na média R$ 39,90) com 5 DVDs, um presente interessante para quem gosta de manter digitalizado este clássico muito legal da televisão mundial, além de claro, de se divertir e ficar curioso tentando descobrir o funcionamento de tantas "gambiarras", feitas por Angus MacGyver.


As sete temporadas da série, lançadas em DVD pela Paramount, comprei a segunda e a terceira, na Livraria Curitiba e na Saraiva.com, respectivamente.

Uma sugestão, a Globo poderia colocar "Profissão Perigo" como chamou o seriado, no lugar de "Malhação", seria sensacional, ou corro o risco de apanhar, o que você acha?

Jornalismo na Essência

Roberto Cabrini no estúdio do "Conexão Repórter" - Foto: Divulgação SBT


Assisti a estreia de Roberto Cabrini em sua segunda passagem pelo SBT. O Conexão Repórter, jornalístico do gênero investigativo mostrou uma matéria sobre o tráfico de crianças, e adoções ilegais nos nichos de pobreza do Brasil.
A reportagem que demorou 4 meses para produção, foi a fundo na questão, inclusive uma das fontes, arrependida com as declarações dadas ao programa, tentou barrar as pressas a exibição do programa.
Penso que a TV brasileira necessitava de um programa nessa linha, e Roberto Cabrini dispensa apresentações. Realmente um bom programa para as noites de quinta-feira.
A estreia do Conexão Repórter, teve 7 pontos de média, deixando o SBT na terceira posição de audiência, segundo os primeiros dados divulgados.
É,tem gente (e muita)que prefere o BBB, mas fazer o que? Quantidade é diferente de Qualidade.