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E agora?

Marcílio Dias perde o quarto jogo seguido, 1 X 0 para o Brusque e se aproxima perigosamente da zona de rebaixamento


Dizer o que? Agora é com o treinador e seus jogadores, no domingo, vencer o Concórdia (que vem em franca ascensão) é obrigação.

E o torcedor o que diz sobre esse momento, extremamente delicado, será que o Marcílio Dias vai voltar ao inferno da segundona, Itajaí espera que não.

Ferreira e seus companheiros de defesa, sofreram com a pressão do Brusque, resultado do esquema retrancado o 3-6-1, do Técnico Gelson Silva - Foto: Maurício Costódio - O Município

O gás não pode acabar

Jogar no 3-5-2, contra o Figueirense no Scarpelli é normal para um time como o Marcílio Dias. Brusque e Metropolitano times tão limitados quanto o Marinheiro, tentaram encarar o alvinegro, de frente, e voltaram humilhados para casa.

Placar final de jogo do primeiro turno do Estadual 2011, no Orlando Scarpelli

Portanto, por mais que o pessoal chame o Marcílio e seu técnico de retranqueiro, vejo isso, como um recurso utilizado (e bem), por quem tem menos qualidade técnica, que se contenta com um empate. (coisa normal, no futebol moderno) e mostra respeito a um adversário forte.

Mas apesar de todo o cenário, o jogo foi diferente. O Figueirense do técnico Jorginho, chamado de "retranqueiro" pela torcida e por alguns membros da Imprensa da capital, sucumbiu na marcação rubro-anil, (bem na minha opinião, os 8 gols sofridos os últimos 3 jogos, são mais por ineficiência da meia-cancha e do ataque) e que perdeu seu melhor jogador Maicon e teve outro destaque expulso: Breitner.

Márcio Kessler como sempre quando solicitado apareceu bem

O Marcílio soube aproveitar? digamos que Gelson Silva, até tentou, colocou Leandro Branco e Cristiano, mandou o time pra cima, mas sucumbiu quando apareceu a melhor qualidade do Figueirense, que teve chance e fez, ao contrário de seus comandados.


Apesar da vantagem, o tempo permitia e fraco futebol mostrado pelo time do Estreito também, que o Marcílio empatasse e até virasse a partida. Mas aí, apareceram (e bem), os problemas: um toque de bola "tranquilo" demais, que chega a ser irritante, sem criação, cruzamentos sem precisão, e os que eram precisos não eram bem aproveitados pelos finalizadores (é bem verdade que Wilson também mostrou serviço); mas alguém aí me lembra quantos chutes de fora da área, o Marinheiro deu?, quantas jogadas individuais (com exeção de uma que Gilberto foi derrubado e Jefferson Schmitt, mandou seguir), e nas bolas paradas?, quantas jogadas ensaiadas bem treinadas, aconteceram?

Gelson fez o certo, o que tinha de ser feito, faltou assimilação


Há bons valores individuais no Marcílio, e vários atletas esforçados, de técnica limitada, mas que jogam um futebol para o nível da elite catarinense, e é necessário que todo time, tenha essa consciência mantenha a pegada do primeiro turno, o senso de humilidade de coletividade, dentro de campo.


É impossível, que o melhor time do Vale do Itajaí, que perdeu apenas dois jogos no primeiro turno, esqueça como fazer, trabalhar como senso proletário, de operários mesmo, com a mesma raça mostrada na vitória em Joinville. Alguém me disse que o Marcílio Dias no Catarinão 2011, era como um refrigerante de garrafa pet, perderia o gás no returno.

O Marcílio tem que mostrar que não perdeu o gás

O Brusque é o adversário de quarta-feira, chegou cheio da pose, e hoje "capenga" no campeonato, uma ótima chance de saborear um bom resultado que daria gás novo ao time e deixaria muita gente engasagada "saboreando" esse tal refrigerante só que quente e sem gás.

SE PREPARANDO

Treino de Quarta-Feira (02/03/2011) - Rodrigo Couto e Anderson Planta bem na bola parada, Márcio Kessler e Nei, pra variar muito bem no gol.

Tá chegando a hora de a bola rolar pelo returno do Campeonato Catarinense. Na Sexta-Feira, o Marcílio Dias recebe às 19h30, o Imbituba do goleiro veterano Sérgio, no Estádio Hercílio Luz. Uma vitória assegura ao time de Gelson Silva, ainda mais tranquilidade com relação a proximidade da zona de rebaixamento, primeiro objetivo rubro-anil.

Já uma vitória, dá sequência a um bom campeonato feito pelo Marcílio em 2011, no primeiro turno, derrotas somente para Metropolitano e Avaí, além de empate contra o forte Figueirense, e vitórias sobre o campeão Criciúma, a Chapecoense e o Joinville, na Arena Joinville, silenciando muita gente, e garantindo a 5ª e melhor posição entre os times do Vale do Itajaí, ficar a apenas um ponto do quadrangular final e hoje garantir a Série D do Brasileirão.

Mas na Sexta-Feira, tudo recomeça, o técnico, a diretoria e principalmente os atletas, seguem com o mesmo discurso de humildade e de pés no chão, o que é importante. Neste mesmo catarinense, tivemos times vizinhos, que falaram muito mais do que propriamente fizeram.


Marcílio Dias treina, para quem sabe fazer um returno ainda melhor
No treino desta quarta-feira, o técnico Gelson Silva, realizou após um mini-coletivo, um trabalho bastante forte, envolvendo bolas paradas: cruzamentos, faltas e escanteios. Com relação ao time Flávio Luiz machucado, não treinou, outro que não apareceu foi o lateral Adans.

O time que saiu jogando, no coletivo foi na formação 4-4-2 com Márcio Kessler, William, Dudu, Diego Corrêa, Caíque, Teco,Gilberto, Maicon, Joélson, Leandro Branco e Rincón. Fabrício, Rodrigo Couto,Anderson Planta e Alexsandro treinaram (e bem) no time reserva.
Lembrando que você acompanha as emoções de Marcílio Dias X Imbituba, na 106,7 FM, na sexta-feira, à partir das 19h.



Marujo Dioney deixa o barco

Dioney (foto), de 26 anos, volta ao futebol de Mato Grosso do Sul - Foto: Arquivo Pessoal


Recebi telefonema do apresentador Wilson Lima, na noite desta terça-feira (01/03), me informando que o atacante Dioney, não faz mais parte do grupo do Clube Náutico Marcílio Dias na disputa da 1ª divisão catarinense. Dioney, segundo Wilson, que foi informado pelo diretor de futebol do Marcílio: Wagner Lúcio de Souza, o jogador recebeu uma proposta de um clube sulmatogrossense, onde terá rendimentos três vezes superior ao salário no Marcílio Dias.
Wagner Lúcio elogiou o profissionalismo de Dioney, ao pedir a saída do clube; de quebra o "tanque" ainda levou uma carta de recomendação assinada pelo presidente Abelardo Lunardelli. Dioney deixa o Marcílio Dias, com um gol marcado na temporada 2011, na derrota por 2 a 1, contra o Avaí, e também fez parte do grupo campeão da divisão especial no ano passado. Atacante que embora tenha deixado a desejar no faro artilheiro, teve como principais atributos a força e a raça demonstrada dentro de campo. Sorte na carreira a Dioney.

Tá mas, e o Marcílio?

Tenho certeza,quem leu meus primeiros posts, e conhece meu trabalho, se perguntou isso. Como estou em férias, não tenho acompanhado a movimentação da nova diretoria do C.N.Marcílio Dias, mas como é dever estar atento as informações veiculadas pelos colegas de Hercílio Luz, e pela própria torcida, que sempre comenta as situações do velho marinheiro.
É interessante a iniciativa, de o mais breve possível iniciar uma campanha de sócios. Os clubes que investiram nesta modalidade, se deram bem. A dupla Grenal junta totaliza 160 mil sócios. O Grêmio praticamente paga sua folha com o dinheiro vindo do bolso do sócio. No lado do Beira-Rio, que acumula mais de 100 mil associados, o Inter sempre que começa um campeonato figura entre os favoritos, e nos últimos anos, ganhou mais titulos, que até então.
É claro que o Marcílio não vai se tornar o Inter, mas pouco a pouco, isso se torna um caminho para que o time se torne de fato competitivo e sólido.
Também achei interessante a iniciativa das diretorias infantis e juvenis, é importante se criar a consciência a criançada de torcer por times da terra. Assim, como o sócio, esse é um trabalho a longo prazo. Uma criança, só vai escolher o Marcílio Dias, como time exclusivo do coração, vendo na TV, um time competitivo, e principalmente vitorioso. E não as notícias que pairam por muitos anos no gigantão: crises, rebaixamentos, salários atrasados, assaltos, entre outras coisas.
Mas o que me resta saber, fechando a questão dos meninos, é de que forma o trabalho será feito, quais serão os subsídios oferecidos para que realmente aconteça o efeito na criançada.
Sócios, diretoria mirim, tudo bem, mas o que torcedor rubro-anil, que agora tem de se contentar em assistir o JEC, repleto de ex-marcilistas ir bem no Catarinão (Leandro Costa, Sérgio Ramírez, Lira, Claudemir, Tesser) ou o Brusque chamar a atenção de toda mídia do Brasil, com a contratação de Viola. O que este torcedor, pode esperar para agosto, quando o Marcílio tem a hora da verdade: a Segundona Estadual pela frente. Penso, que o planejamento efetivo já tem que começar, se fala que a base vai ajudar na formação do elenco, espero que sim, mas a participação não pode ser decisiva. (Acompanhei o trabalho da Base no Marcílio Dias, falta estrutura e muita, para se implantar um trabalho).
Quanto ao grupo principal, penso que opções de comissão técnica, de jogadores, tem que ser analisados, e mais atuação para a captação de recursos que ajudem o time. 2010, vai passar rápido, ou melhor está passando: Janeiro, já foi. Vem o Carnaval, a Copa, o Marcílio, a Eleição e o Papai- Noel, e vem 2011.
De tudo que falei aqui: sócios, trabalho com as crianças e até na base: Médio e Longo prazo, mas futebol, esse mesmo que a bola só role pra valer em agosto, já tem que começar a rolar desde ontem nos bastidores e no planejamento do Estádio Dr.Hercílio Luz.

É hora de começar a pensar, pra quando ela voltar a rolar neste gramado

"Clássico é Clássico...

Clássico em Floripa: 2 X 2, agora são 130 vitórias alvinegras, 125 empates e 125 vitórias do Leão
Foto: Flávio Neves - Agência RBS


e vice-versa".

Mário Jardel, atacante: ex Vasco, Grêmio,Porto,Galatasaray e Criciúma.



Com a clássica frase de Jardel, abro este post falando sobre o clássico em Floripa entre Figueirense e Avaí. Acompanhei o jogo pela internet na CBN Diário, e a informação era de que muitos torcedores do Figueira, prefiriram nem ir ao Scarpelli, receosos com o momento irregular que o clube do Estreito vive. Além disso, a musa Beyonce realiza show na capital na mesma noite.

Se alguém foi ver a Beyonce, não sei, mas quem ficou em casa, se arrependeu perdeu um ótimo jogo. O Figueirense, sepultado antes de a bola rolar, até saiu perdendo com o gol do avaíano Rudnei (aquele mesmo do Criciúma). A torcida azzura provocou os rivais, que pareceram nem se incomodar, e com um belo de gol de William, veio o empate. Suficiente pra por fogo na torcida, que aos 25 do 1º tempo, viu a defesa do Avaí e o goleiro Zé Carlos, baterem cabeça para o gol de Roger Carvalho... 2 X 1 Furacão, e virada consolidada.... festa, cenário perfeito....

Mas, é clássico e...

O Avaí que sem o veterano Sávio que saiu no intervalo, ganhou velocidade, rondou a área alvinegra, insistiu e foi premiada... Medina derrubado e Pênalti... Roberto cobra e feito, empate no placar: 2 X 2, aos 46 do Segundo Tempo...

Final de jogo, Avaí bem na briga por uma vaga na próxima fase do Catarinão 2 X 1 Figueirense, quase sem chances de conseguir um lugar adiante.

Sem análise técnica ou tática, só posso dizer sobre o jogo: "Clássico é Clássico", imprevísivel, dinâmico e com gols, como a galera gosta.