E o torcedor o que diz sobre esse momento, extremamente delicado, será que o Marcílio Dias vai voltar ao inferno da segundona, Itajaí espera que não.
E agora?
E o torcedor o que diz sobre esse momento, extremamente delicado, será que o Marcílio Dias vai voltar ao inferno da segundona, Itajaí espera que não.
O gás não pode acabar
Placar final de jogo do primeiro turno do Estadual 2011, no Orlando Scarpelli
Portanto, por mais que o pessoal chame o Marcílio e seu técnico de retranqueiro, vejo isso, como um recurso utilizado (e bem), por quem tem menos qualidade técnica, que se contenta com um empate. (coisa normal, no futebol moderno) e mostra respeito a um adversário forte.
Mas apesar de todo o cenário, o jogo foi diferente. O Figueirense do técnico Jorginho, chamado de "retranqueiro" pela torcida e por alguns membros da Imprensa da capital, sucumbiu na marcação rubro-anil, (bem na minha opinião, os 8 gols sofridos os últimos 3 jogos, são mais por ineficiência da meia-cancha e do ataque) e que perdeu seu melhor jogador Maicon e teve outro destaque expulso: Breitner.
Márcio Kessler como sempre quando solicitado apareceu bem
É impossível, que o melhor time do Vale do Itajaí, que perdeu apenas dois jogos no primeiro turno, esqueça como fazer, trabalhar como senso proletário, de operários mesmo, com a mesma raça mostrada na vitória em Joinville. Alguém me disse que o Marcílio Dias no Catarinão 2011, era como um refrigerante de garrafa pet, perderia o gás no returno.
O Marcílio tem que mostrar que não perdeu o gás
O Brusque é o adversário de quarta-feira, chegou cheio da pose, e hoje "capenga" no campeonato, uma ótima chance de saborear um bom resultado que daria gás novo ao time e deixaria muita gente engasagada "saboreando" esse tal refrigerante só que quente e sem gás.
SE PREPARANDO
Treino de Quarta-Feira (02/03/2011) - Rodrigo Couto e Anderson Planta bem na bola parada, Márcio Kessler e Nei, pra variar muito bem no gol.
Já uma vitória, dá sequência a um bom campeonato feito pelo Marcílio em 2011, no primeiro turno, derrotas somente para Metropolitano e Avaí, além de empate contra o forte Figueirense, e vitórias sobre o campeão Criciúma, a Chapecoense e o Joinville, na Arena Joinville, silenciando muita gente, e garantindo a 5ª e melhor posição entre os times do Vale do Itajaí, ficar a apenas um ponto do quadrangular final e hoje garantir a Série D do Brasileirão.
O time que saiu jogando, no coletivo foi na formação 4-4-2 com Márcio Kessler, William, Dudu, Diego Corrêa, Caíque, Teco,Gilberto, Maicon, Joélson, Leandro Branco e Rincón. Fabrício, Rodrigo Couto,Anderson Planta e Alexsandro treinaram (e bem) no time reserva.
Marujo Dioney deixa o barco
De Volta
E no feriadão, já estive apresentando o Esporte TV






